O banco Santander anunciou que teve um lucro líquido gerencial (que não exclui o ágio de aquisições) de R$ 3,108 bilhões no terceiro trimestre deste ano. O valor é 20,2% maior que o registrado no mesmo período do ano passado, quando estava em R$ 2,586 bilhões. Já na comparação com os três meses anteriores, quando era de R$ 3,025 bilhões, o aumento foi de 2,8%.

A carteira de crédito ampliada do Santander foi a R$ 380,713 bilhões ao final de setembro, um aumento de 3,4% se comparado com o fim de junho, quando o saldo era de R$ 368,245 bilhões. Em 12 meses, quando somava R$ 336,475 bilhões, a cifra cresceu 13,1%.

Segundo o relatório divulgado pelo banco, essa é a sétima expansão anual do saldo de crédito consecutiva. “Os indicadores de atividade econômica ainda apontam para fraca demanda doméstica, no entanto, seguimos expandindo nossa carteira de crédito por meio do ganho rentável de participação de mercado”, afirma o Santander, em relatório.

Na pessoa física, o crédito alcançou saldo de R$ 125,336 no terceiro trimestre — com avanço de 4,6% ante os três meses anteriores e de 22,6% em um ano. Já a carteira de pessoa jurídica totalizou R$ 125,823 bilhões, aumento de 0,4% e 3,5%, respectivamente. O aumento foi motivado, principalmente, pelas pequenas e médias empresas.

O Santander Brasil encerrou setembro com R$ 769,990 bilhões em ativos totais, cifra 4,2% maior ante o fim de junho e 13,8% superior em um ano. Seu patrimônio líquido foi a R$ 64,824 bilhões, elevação de 3,7% e 5,3%, nesta ordem.

 

O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE, na sigla em inglês) do banco ficou estável em 19,5% no terceiro trimestre na comparação com o segundo. No acumulado do ano até setembro, está em 19,4% contra 16,3% um ano antes.

O Santander também divulga o lucro líquido societário, que considera ágio de aquisições. Neste conceito, seu resultado do terceiro trimestre somou R$ 3,039 bilhões, montante 69,3% maior ante 12 meses, de R$ 1,795 bilhão. Em relação ao segundo trimestre, quando ficou em R$ 2,972 bilhões, a alta foi de 2,2%.

*Com informações da Agência Estado