Minutos após confirmada a informação de que Sergio Moro aceitou o convite de Jair Bolsonaro para ser o próximo ministro da Justiça, o senador petista Lindbergh Farias escreveu no Twitter que sempre alertou que “Moro atuava como militante, e não como magistrado.

“Moro prendeu Lula, o candidato líder nas pesquisas, e atuou com afinco pra impedi-lo de concorrer. Imediatamente após o processo eleitoral, aceita o convite de Bolsonaro para virar ‘superministro’. Pior: segundo o vice Mourão, o convite foi feito ainda durante a campanha”, escreveu no primeiro tuíte.

Em seguida, Lindbergh critica: “Poucas coisas podem ser mais descaradas do que isto. Sempre alertamos que Moro atuava como militante, e não como magistrado. Depois de interferir no processo eleitoral, vira ministro do candidato beneficiado por ele. Em qualquer lugar do planeta isso seria um escândalo”.